CLÍNICA MÉDICA DRA VIRGINIA VELOSO

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domingo, 19 de outubro de 2014

Padre Marcelo Rossi comenta investigação que sofreu do Vaticano


O padre Marcelo Rossi comentou sobre a investigação que sofreu do Vaticano por quase uma década e afirmou que, "se houve fiscalização, houve também o reconhecimento". 

"Eu li. Hoje você vai fazendo certos encaixes e você percebe. Não há problema nenhum. Eu acho interessante que as pessoas saibam que muitos ficam, sempre no início, [se perguntando] 'qual é a desse padre?', 'o que ele quer?', 'ele quer aparecer?', 'qual é o objetivo dele?'. E, graças a Deus, não só [a igreja] entendeu, como o próprio papa Bento 16 me deu o prêmio Van Thuân de 'Evangelizador Moderno' [em 2010]. Então, acredito que, se houve fiscalização, houve reconhecimento", comentou o padre Marcelo durante o "Altas Horas" deste sábado (18).

Segundo foi apurado, o padre Marcelo Rossi teve seus passos, CDs, livros, missas e aparições na TV seguidos de perto pelo Vaticano do final dos anos 90 até cerca de quatro anos atrás.

A investigação, que durou quase 10 anos, foi provocada por uma denúncia feita por um religioso brasileiro, que acusou o padre de culto ao personalismo, exibicionismo por ir demais às TVs, de desvirtuar as práticas católicas e de transformar a missa em uma espécie de "circo".

A fiscalização foi comandada pela Congregação para a Doutrina da Fé, liderada pelo cardeal Joseph Ratzinger, que mais tarde se tornaria o papa Bento 16. A Congregatio pro Doctrina Fidei é o novo nome que o Vaticano dá para a assassina Inquisição.

Entre o final dos anos 90 e a década de 2000, a Congregação recebia regularmente vídeos com as participações do padre Marcelo em programas como o de Gugu Liberato no SBT e de Fausto Silva, na Globo.

O outro lado

Procuradas na ocasião, tanto a Nunciatura Apostólica em Brasília --a embaixada do Vaticano no Brasil--, quanto a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se recusaram a comentar a investigação que o Vaticano lançou sobre o padre Marcelo Rossi do final dos anos 90 até a segunda metade dos anos 2000.

Já a assessoria da Mitra de Santo Amaro e do bispo dom Fernando informou que o bispo desconhece a investigação do Vaticano a respeito do trabalho do padre Marcelo Rossi.

Por meio da assessoria, a Mitra diz que, se a sindicância realmente ocorreu, "trata-se de uma coisa do passado, e, como tal, já passou.

COSTA INCLUI GLEISI HOFFMANN NO ESQUEMA

Edição 247/Fotos: Wilson Pedrosa/ Fotos Públicas/Antonio Cruz/ Agência Brasil (10/06/2014):

A ex-ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, estampa a manchete do jornal Estado de S. Paulo deste domingo, que já circula nas principais bancas da capital paulista. 

Segundo a reportagem, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, a acusou de receber R$ 1 milhão do esquema que ele teria operado na estatal em 2010.

Naquele ano, Gleisi concorreu ao Senado e conseguiu se eleger pelo Paraná. Ela se tornou ministra da Casa Civil após a queda de Antonio Palocci.

Procurada pelo jornal, Gleisi afirmou desconhecer Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef.

DILMA FEZ "CONFISSÃO DE CULPA" NO ESCÂNDALO DA PETROBRÁS


O senador José Agripino Maia (DEM-RN), coordenador da campanha do presidenciável Aécio Neves (PSDB) afirmou no sábado (18) que a declaração da presidente Dilma Rousseff (PT) de que houve desvio de recursos na Petrobras é um reconhecimento do escândalo e uma “confissão de culpa do petismo”.
“Todos os posicionamentos do governo e da presidente em relação a esse tema são sempre tardios, como foi a demissão de Paulo Roberto Costa. Demissão que se deu nos termos que o Brasil inteiro sabe, com o reconhecimento dos grandes serviços prestados por ele”, disse Agripino Maia em declaração publicada na jornal O Globo que circula neste domingo (19).

Para o senador democrata, o reconhecimento sobre o esquema delatado por Costa na estatal e revelado na Operação Lava Jato da Polícia Federal só aconteceu por uma questão eleitoral: “Até hoje, os fatos relatados não foram objeto de providências enérgicas do governo. Somente agora, às vésperas das eleições, é que a presidente está reconhecendo o dolo praticado pelo petismo. Tudo isso tem um sentido eleitoral, é claro.”

Ao Globo, o deputado federal paranaense Rubens Bueno (PPS) criticou Dilma por uma suposta blindagem da Petrobras. Segundo ele, as declarações da presidente acontecem após anos de desvios bilionários na estatal. Para ele, Dilma deve ser responsabilizada, já que ao longo de 12 anos ela teve alguma ligação com a empresa, seja como ministra de Minas e Energia, da Casa Civil, presidente do Conselho de Administração da Petrobras ou presidente da República.

“Nesses 12 anos, só agora admite desvios na Petrobras? Por que não tomou providências na época? Todos queremos que ela seja responsabilizada por isso”, disse.

O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), foi além. Ele qualificou a atitude de Dilma de “esperteza” e disse que “o PT se especializou em corrupção”. “Nenhum brasileiro minimamente informado acredita na declaração que ela deu alguns dias atrás, dizendo que não sabia de nada. É uma esperteza na véspera de uma eleição, que vai consagrar o fim melancólico de um governo e da decadência de um partido que abandonou suas bandeiras”, disse Imbassahy.

sábado, 18 de outubro de 2014

Dilma admite que houve desvio na Petrobras


A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), admitiu, pela primeira vez, que houve desvio de recursos públicos da Petrobras. "Eu farei todo o meu possível para ressarcir o país. Se houve desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta. Se houve, não, houve, viu?", disse a presidente em entrevista coletiva realizada neste sábado (18), em Brasília.

Dilma foi questionada sobre quais medidas tomaria em relação às revelações feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que disse ter operado um esquema de desvio de recursos da estatal para abastecer o caixa do PT e de partidos da base aliada.

Ela disse que, como presidente, não poderia processar ninguém, mas que faria esforços pare recuperar o dinheiro desviado.

"Não é o presidente que processa. Quem processa são os órgãos como o Ministério Público e quem julga é o juiz. Eu tomarei todas as medidas para ressarcir tudo e todos. Agora, ninguém sabe hoje ainda o que se deve ser ressarcido. Porque a chamada delação premiada, onde tem os dados mais importantes, não foi entregue a nós", disse a presidente.

DESTITUIÇÃO DE INOCÊNCIO AMEAÇA RACHAR O PR


A destituição do deputado federal Inocêncio Oliveira do comando do PR em Pernambuco ameaça levar o partido a um racha sem precedentes. O grupo político ligado a Inocêncio classificou o fato como uma "intervenção arbitrária, injusta, incoerente e desrespeitosa" que teria sido orquestrada pelo presidente nacional do PR, senador Alfredo Nascimento. Inocêncio foi substituído pelo deputado federal reeleito Anderson Ferreira. O grupo preparou uma carta de repúdio a atitude onde pede a revisão da decisão e a reabertura do diálogo por parte da direção nacional. 

A justificativa do PR para apear Inocêncio do controle da legenda em Pernambuco foi o fato dele ter declarado apoio à candidatura de Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais. Em nível nacional, o PR está alinhado com o PT para reeleger a presidente Dilma Rousseff. Durante o primeiro turno, o PR pernambucano foi liberado para apoiar os candidatos da Frente Popular de Pernambuco para o Governo do Estado, Paulo Câmara, e para o Senado, o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho, ambos do PSB. Na campanha presidencial o partido apoiou a ex-candidata Marina Silva (PSB) em Pernambuco.

Insatisfeitos com a decisão, o grupo de Inocêncio, liderado pelo deputado federal eleito Sebastião Oliveira (PR), que é primo de Inocêncio, vem tentando reverter a decisão. Segundo Sebastião, desde esta quinta-feira (17), quando o fato foi oficializado, ele vem tentando contatar Alfredo Nascimento sem obter sucesso. Caso não consiga demover a direção do PR, Sebastião diz que acionará a Justiça para reverter a decisão. Caso essa tentativa também se mostre infrutífera, os aliados do progressista ameaçam uma desfiliação em massa. O PR pernambucano possui dois deputados federais e três estaduais, 17 prefeitos, 52 vice-prefeitos e 217 vereadores. 

Para Sebastião, a defenestração de Inocêncio e a subida de Anderson Ferreira para o cargo foi classificada como um "golpe". Anderson Ferreira ainda não falou com a imprensa sobre o caso.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

PEC permite a professores e médicos acumularem cargo público


Aguarda designação de relator a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 5/2014, que permite que professores e médicos acumulem outro cargo público, sem as restrições existentes hoje. A proposta, do senador Paulo Paim (PT-RS), tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

De acordo com a Constituição, podem ser acumulados dois cargos de professor; um de professor e outro técnico ou científico; e dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas. Todas as hipóteses dependem de compatibilidade de horários.

O autor da proposta explica que a falta de professores nas escolas públicas e de médicos clínicos e especialistas na rede pública exige a mudança para permitir a esses profissionais o acúmulo de qualquer cargo público. Segundo Paim a medida permitirá uma melhor prestação de serviços públicos e garantirá a alguns cidadãos remuneração mais condizente com as suas necessidades.

Depois do exame da CCJ, a PEC ainda deve passar por discussão e votação em dois turnos no Plenário do Senado, onde precisa dos votos de três quintos dos senadores (49) para ser aprovada. Depois, a matéria segue para a Câmara.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

PREFEITO DE PALMARES EXONERA O PRESIDENTE DA AEMASUL



Na noite desta terça-feira 14 de outubro, véspera do dia do professor, a equipe acadêmica da Autarquia Educacional da Mata Sul-AEMASUL, foi surpreendida com a exoneração do então presidente, o Prof. Enoelino Magalhães Lyra Filho, por meio de uma portaria expedida no dia 06 de outubro do corrente ano. Informações do Blog do Departamento de História da FAMASUL de que todos os professores dos departamentos integrantes da FAMASUL e da FACIP, foram convocados para uma reunião extraordinária na sala dos professores, em que, foram comunicados da exoneração.

PORTARIA ASSINADA PELO PREFEITO JOÃO BEZERRA




Mais informações acessem: 

http://www.dphisfamasul.blogspot.com.br/2014/10/nota-de-esclarecimento-comunidade.html


PSB e PPS negociam fusão para depois da eleição


O Partido Socialista Brasileiro (PSB) está negociando uma fusão com o Partido Popular Socialista (PPS). O acordo que começou a ser costurado pelo ex-governador Eduardo Campos, no ano passado, deve ser concretizado em novembro, após as eleições. Os dois partidos enxergam com bons olhos a união, vista como uma forma de aumentar a força das legendas, que somadas contariam com 44 deputados federais, formando a quarta maior bancada da Câmara (atrás apenas do PT, PMDB e PSDB).

O objetivo é se tornar uma alternativa ao duelo cada vez mais recorrente entre PT x PSDB. De acordo com a coluna Painel da Folha de S.Paulo, uma reunião entre as legendas, hoje, deve dar continuidade ao projeto.

Com a união, a nova sigla manteria o nome de PSB. O surgimento do "novo PSB" abriria também a possibilidade de que parlamentares de outros partidos fossem atraídos, aumentando ainda mais a representatividade dos socialistas. Partidos "nanicos" também são alvos, à exemplo do PHS, que elegeu 5 deputados federais, e o PEN, que contará com duas cadeiras na Câmara estão entre as possíveis novas incorporações.

PAULO CÂMARA INICIA TRANSIÇÃO DE GOVERNO NESTA QUARTA

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O processo de transição da nova equipe que irá assumir o Governo do Estado a partir de 2015 será iniciada nesta quarta-feira (15). Uma reunião para tratar do assunto já está agendada entre o governador eleito Paulo Câmara (PSB) e o atual chefe do Executivo Estadual, João Lyra Neto (PSB). O objetivo é acelerar os trabalhos para que as primeiras ações do novo governo sejam definidas logo após o segundo turno da eleição presidencial.

Uma das indicadas pelo governador eleito é a economista Cecilia Wanderley, que atuou na elaboração do plano de governo do socialista. Outro nome que também deverá atuar no processo de transição é o do ex-secretário Renato Thiebaut. O governador João Lyra Neto também deverá indicar dois nomes para repassar as informações necessárias, apesar de não ter definido quem serão os indicados para exercer as funções determinadas.

As prioridades e o cronograma das ações da nova gestão, porém, somente serão definidas após Câmara reunir-se com Lyra para discutir o assunto. Como o novo governo é de continuidade, a expectativa é que a transição ocorra de forma tranquila. Esta tranquilidade deriva do fato de Paulo Câmara já conhecer bem a máquina estadual, uma vez que foi secretário de Estado durante os quase oito anos de mandato do ex-governador Eduardo Campos

domingo, 12 de outubro de 2014

MARINA APOIA AÉCIO PELA "ALTERNÂNCIA DE PODER"

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Marina Silva declarou finalmente seu apoio ao candidato do PSDB, Aécio Neves, no segundo turno das eleições, contra a reeleição de Dilma Rousseff.

Em declaração feita em São Paulo, neste domingo, Marina afirmou que a” alternância de poder fará bem ao Brasil”. Antes, ela agradeceu "a Deus e ao povo brasileiro".

A ex-senadora ficou em terceiro lugar na disputa pela Presidência, com 22.176.619 votos - ou 21,32