CLÍNICA MÉDICA DRA VIRGINIA VELOSO

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terça-feira, 29 de julho de 2014

INÍCIO DOS CURSOS PROMOVIDO PELO PRONATEC E SENAI EM CATENDE

Ontem dia 20 aconteceu em Catende a aula inaugural dos cursos de Pedreiro de Alvenaria e Custura Industrial, promovido pela Prefeitura Municipal em pareceria com o PRONATEC e SENAI. Serão beneficiadas 80 pessoas  com direito a uma bolsa com valor não informado. 


MARIA JOSÉ ALVES CORDEIRO SECRETÁRIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL




MÁRCIA ORIENTADORA DO SENAI




domingo, 27 de julho de 2014

LEONARDO BOFF: "ISRAEL USA MÉTODOS DO NAZISMO"

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O intelectual Leonardo Boff, um dos mais conhecidos teólogos do Brasil, concedeu uma importante entrevista à jornalista Débora Fogliatto, do portal Sul 21 (leia aqui a íntegra), em que aborda o massacre na Faixa de Gaza, que já deixou mais de mil mortos desde o seu início, há vinte dias. Segundo ele, embora tenha sido vítima do nazismo, Israel hoje adota os mesmos métodos. E Gaza, diz ele, é um imenso "campo de concentração".

Na entrevista, ele responzabiliza diretamente os Estados Unidos pelo conflito. "Eu acho que grande parte da culpa é do Obama, que é um criminoso. Porque nenhum ataque com drones (avião não tripulados) pode ser feito sem licença pessoal dele. Estão usando todo tipo de armas de destruição, fecharam Gaza totalmente, ficou um campo de concentração, e vão destruindo. Então eles têm um país que foi vítima do nazismo e utiliza os métodos do nazismo para criar vítimas. Essa é a grande contradição", diz Boff.

O teólogo menciona ainda a força do sionismo nos Estados Unidos. "Os Estados Unidos apoiam, o Obama e todos os presidentes são vítimas do grande lobby judeu, que tem dois braços: o braço dos grandes bancos e o braço da mídia. Eles têm um poder enorme em cima dos presidentes, que não querem se indispor e seguem o que dizem esses judeus radicais, extremistas e que se uniram à direita religiosa cristã. Isso está aliado a um presidente como Obama que não tem senso humanitário mínimo, compaixão para dizer ´acabem a matança´", diz ele

Segundo Boff, apenas uma pessoa teria autoridade para conduzir o processo de paz: o papa Francisco. "Esse Papa é absolutamente contemporâneo e necessário. Acho que é o único líder mundial que tem audiência e eventualmente poderia mediar essa guerra de massacre criminosa que Israel está movendo contra Gaza."

Ele também falou sobre as eleições presidenciais deste ano no Brasil. "Mesmo com todos os defeitos e violações de ética que houve, erros que o PT cometeu, ainda assim o projeto deles é o mais adequado para levar adiante um avanço. Agora se for ganhar para avançar, porque se for para reproduzir dá no mesmo do que outro ganhar."



quinta-feira, 24 de julho de 2014

o Brasil empobreceu 100 anos na literatura, Ubaldo, Rubem Alves e Ariano


Em menos de uma semana, o Brasil empobreceu 100 anos na literatura. Perdeu, primeiro, João Ubaldo Ribeiro, depois Rubem Alves e em seguida Ariano Suassuna. Três monstros sagrados, três estilos antagônicos, três gênios.

Ubaldo nos enviúva com suas adoráveis prosas, Rubem com suas crônicas sobre a beleza da vida e do amor; o mestre Ariano com o seu canto sertanejo que ganhou o mundo pela sua obra síntese O Auto da Compadecida. Aos domingos, no caderno de literatura de O Globo, João Ubaldo Ribeiro nos brindava com estórias e causos do quotidiano.

Leitura obrigatória e indispensável. “Faço tudo que me dá na cabeça, não quero saber de limitações. Eu não pequei contra a luxúria. Quem peca é aquele que não faz o que foi criado para fazer”, dizia Ubaldo. Rubem Alves, o mais doce e amoroso dos três, deixou frases célebres sobre a vida.

“A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente”, dizia. “Todo jardim começa com uma história de amor, antes que qualquer árvore seja plantada ou um lago construído é preciso que eles tenham nascido dentro da alma”, eis outra pérola dele. Rubem Alves escrevia para o homem, a mulher, a criança. Seus textos eram primorosos.

Sobre a comemoração de mais um aniversário de vida deixou esta outra pérola: “A celebração de mais um ano de vida é a celebração de um desfazer, um tempo que deixou de ser, não mais existe. Fósforo que foi riscado. Nunca mais acenderá. Daí a profunda sabedoria do ritual de soprar as velas em festa de aniversário. Se uma vela acesa é símbolo de vida, uma vez apagada ela se torna símbolo de morte”.

Já Ariano Suassuna, por fim, deixa um conjunto de frases de arrepiar: “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso”. Arte pra mim, diz ele, “não é produto de mercado. Podem me chamar de romântico. Arte pra mim é missão, vocação e festa”.

Sobre a vida, escreveu: 'Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso a cavalo e o galope do sonho. É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver.'

Por fim, para os que choram de saudade dele encontrei na sua biografia o seu recado: “Quando eu morrer, não soltem meu cavalo nas pedras do meu pasto incendiado: fustiguem-lhe seu dorso alardeado, com a espora de ouro, até matá-lo”.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Estratégias para escolha unificada de conselheiros tutelares são definidas

O Grupo de Trabalho Nacional sobre o Processo de Escolha Unificado de Conselheiros Tutelares realizou na última segunda-feira, 21 de julho, a primeira reunião para a troca de informações e definição de diretrizes de atuação.

O grupo é responsável por realizar estudos e elaborar proposta de diretrizes e orientações para o primeiro processo de escolha em data unificada dos membros dos conselhos tutelares brasileiros, previsto para outubro de 2015.

Durante o encontro, foram apresentadas as ações da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) para a preparação da escolha, como o diálogo com conselheiros tutelares do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, e Rio Grande do Norte com as Escolas de Conselhos e a contratação de cinco consultores - um por região. Também foi discutida a Resolução 152 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) – que, emitida na quinta-feira, 17, faz recomendações aos 5.570 Municípios do país em preparação à escolha de outubro de 2015.

Oficinas

Também foi decidido que a SDH/PR realizará em Brasília quatro oficinas com o objetivo de trocar experiências sobre as diversas formas de processo de escolha que acontecem em todo o país. A proposta é apresentar a visão dos participantes sobre o novo processo de escolha, discutindo o papel dos conselheiros tutelares frente às mudanças apresentadas na lei 12.696/12.

Realizada entre agosto e setembro, as oficinas terão a participação de representantes das prefeituras, dos conselhos de direitos estaduais e municipais das capitais, do Fórum Colegiado Nacional e dos conselheiros tutelares de cada Estado.

Escolha dos conselheiros

O Processo de Escolha Unificado dos Conselheiros Tutelares foi instituído pela Lei 12.696 de 2012 – que alterou os artigos 132, 134, 135 e 139 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e regulamentado pela Resolução 152 do Conanda. A nova lei prevê a escolha de conselheiros tutelares em escolha realizada em data unificada em todo o território nacional, a ampliação do mandato dos conselheiros de três para quatro anos e o reconhecimento dos seus direitos sociais e trabalhistas. Já a Resolução 152 dispôs sobre as regras de transição para o primeiro processo de escolha unificado.

JONALISTA COMPARA PT A GETÚLIO E PREGA RESISTÊNCIA

O jornalista Fernão Lara Mesquita, um dos herdeiros do jornal Estado de S. Paulo, compara a era Lula-Dilma ao período em que o Brasil foi governado por Getúlio Vargas e prega a resistência paulista contra este modelo. Leia abaixo:

Fernão Lara Mesquita O 9 de Julho, de Getúlio ao PT.

São Paulo comemorou este mês, ainda com um feriado estadual (Marta Suplicy já tentou acabar com ele uma vez), o 82º aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932 que muito pouca gente, neste Estado e no resto do Brasil, sabe o que foi.

É impróprio, aliás, usar os verbos no passado para tratar deste assunto. Pois a luta de 1932, que começara pelo menos 50 anos antes com o Movimento Abolicionista que desaguou na República e que por sua vez finca raízes na Guerra do Paraguai (1864-1870) onde começou a se formar a identidade nacional brasileira, é exatamente a mesma de hoje.

Gira em torno da seguinte pergunta: onde é que se quer instalar a sociedade brasileira emancipada, do lado da civilização ou da barbárie? No Estado de Direito regido pela Lei igual para todos ou nas versões modernas do caudilhismo populista que se alimentam da ignorância onde fala quem pode e obedece quem tem juízo? Numa meritocracia onde só a educação e o esforço legitimam a diferença ou nas variações das misturas de autoritarismo e demagogia em que temos vegetado onde a cooptação e a cumplicidade com a corrupção são os únicos caminhos para o Poder e para a afluência?

O Movimento Abolicionista que, meio acidentalmente, deságua na República, é o primeiro na História do Brasil a nascer nas ruas e não nos palácios, como todos os que o antecederam, e a tomar o país inteiro numa avassaladora mobilização cívica.

Ele nasceu sob inspiração direta da Revolução Americana. Muitos dos seus principais líderes brancos e negros – especialmente em São Paulo e em Pernambuco – frequentaram as mesmas “lojas maçônicas” (precursoras da “rede mundial” onde tais processos se articulam hoje) em que a elite do Iluminismo fugida do absolutismo monárquico europeu, regime sob o qual vivia o Brasil e o resto do mundo de então, iniciou o debate que resultaria no desenho das instituições da democracia moderna.

Tratava-se de uma humanidade escaldada por dois mil anos dormindo sob o risco de sua majestade acordar de mau humor e mandar torturá-la até a morte sem ter de dar explicações a ninguém.

Para garantir que nunca mais fosse assim, aqueles conspiradores estabeleceram os princípos fundamentais da democracia que ainda não chegou por aqui: o império da lei inclusive e principalmente sobre os governantes; a vontade popular, democraticamente aferida, como única fonte de legitimação dessas leis e o mérito individual como única fonte de legitimação do poder econômico; a descentralização do poder para garantir a fiscalização a mais direta possível dos representados sobre os representantes concentrando nos municípios todas as decisões que dissessem respeito a eles próprios, nos estados apenas as que se referissem aos assuntos que envolvessem mais de um município e na União só os que não pudessem ser resolvidos por essas duas instâncias, e mais as relações internacionais.

Por cima de tudo, para garantir que de fato assim fosse e que as tentações do mando não produzissem os efeitos que sempre produzem no caráter dos homens, estabeleceu-se também que cada uma dessas instâncias de governo fossem divididas em três poderes autônomos e independentes, um encarregado de fiscalizar e contrabalançar os atos do outro.

Nas trincheiras em Silveiras

Não foi atôa, portanto, que as testemunhas desse verdadeiro milagre, algumas delas ex-escravos libertos como Luis Gama, autor da proposta de que a república brasileira fosse baseada nesses mesmos princípios e se chamasse República dos Estados Unidos do Brasil como o país de fato se chamou até o início do regime militar de 1964, tivessem se encantado por esses ideais e dedicado suas vidas a plantá-los no Brasil.

Foi em nome deles que nasceu a República, foi em nome deles que foram feitas a Revolução de 1930, a redemocratização de 1945, o contragolpe de 1964 e a redemocratização de 1985.

Continuamos na mesma luta até hoje.

Getúlio traiu, como Lula, a bandeira da “ética na política” que levou os dois ao poder em 1930 e em 2002. Getúlio adiando a convocação de uma Assembléia Constituinte e nomeando títeres como governadores dos estados até que São Paulo se levantasse contra a sua ditadura não declarada em 1932; Lula aliando-se a todos os paladinos da bandalheira na política que antes atacava para se perenizar no poder.

Foram 87 dias em que toda a população do Estado de São Paulo – homens e mulheres, pobres e ricos, da capital e do interior – pegou em armas numa guerra desigual contra os exércitos da União. Foi derrotado militarmente mas teve uma vitória moral tão indiscutível que Getúlio, depois de devolver o governo do estado a lideranças paulistas (na pessoa de Armando Salles de Oliveira), sentiu-se constrangido a convocar finalmente a Constituinte que deu ao Brasil, em 1934, a única Constituição verdadeiramente democrática que ele teve.

Tão democrática que o caudilho não conseguiu conviver com ela e “fechou” o país, em 1937, decretando a sua própria Constituição e reinstalando a ditadura, num movimento semelhante ao que o PT pretende repetir agora decretando que nossas leis passarão a ser feitas não mais por um Congresso Nacional democraticamente eleito por todos os brasileiros mas pelos “movimentos sociais” que o partido eleger.

Um dos primeiros atos da ditadura varguista, além de extinguir os partidos políticos, foi queimar as bandeiras dos estados na cerimonia que você poderá assistir no filme que abre esta matéria. Os “argumentos” para tal ato estão todos lá…

O PT também trata de centralizar o poder não pelos métodos explícitos possíveis nos anos 30 do último século do milênio passado, mas por meio de uma sucessão de Medidas Provisórias e outros expedientes subreptícios que, passo a passo, vão tirando atribuições e fontes de arrecadação dos governos estaduais e municipais de modo a deixá-los totalmente dependentes da União.

Getulio fechou o Congresso; Lula comprou o Congresso. Getúlio instalou um Poder Judiciário teleguiado; Lula criou um Poder Judiciário colonizado. Getulio instituiu o regime em que “Para os amigos, (o Estado dava) tudo; para os inimigos, (o Estado aplicava) a lei”; Lula instituiu o sistema das ações policiais seletivas e dos vazamentos para a imprensa dos “podres” dos seus adversários políticos de par com as suites especiais para os poucos amigos presos antes da desmontagem do Poder Judiciário. Getulio criou a industria de base e a distribuiu entre os “amigos” que financiavam o regime; Lula reverteu a economia democratizada que recebeu na política dos “campeões nacionais” donos de monopólios setoriais financiados com dinheiro público e financiadores das campanhas do PT. Getulio seduziu o povão com a outorga de direitos sem a contrapartida dos deveres; Lula comprou o povão com os salários sem a contrapartida do trabalho. Getúlio criou os sindicatos pelêgos sustentados pelo Estado; Lula e o PT são o produto direto deles.

São Paulo resistiu sozinho a Getúlio; São Paulo vem resistindo até aqui quase sozinho a Lula.

A luta de 1932, portanto, ainda não acabou. E em outubro próximo haverá uma batalha decisiva.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

COMÍCIO DA COLIGAÇÃO PERNAMBUCO AVANÇA EM PALMARES

O Blog Catende Notícias esteve presente nu ultimo sábado dia 19 na cidade de Palmares onde aconteceu um Comício da Coligação Pernambuco Avança, onde esteve presente os candidatos a Governador Paulo Câmara, ao Senado Fernando Bezerra Coelho, o  Prefeito do Recife Geraldo Julio, Deputados, lideranças regionais e a participação do ex governador e presidenciável Eduardo Campos    
VEJAM AS FOTOS DO EVENTO:
  








PREFEITOS DE BELÉM DE MARIA TIO CORREIA DE CATENDE OTACÍLIO CORDEIRO E DE JOAQUIM NABUCO JOÃO CARVALHO 








DEPUTADO ESTADUAL ALUÍSIO LESSA, SECRETARIO DE FINANÇAS DE CATENDE RONALDO CORDEIRO E PREFEITO DE CATENDE OTACÍLIO CORDEIRO
 







PRONUNCIAMENTO DO PREFEITO DO RECIFE GERALDO JULIO




PRONUNCIAMENTO DO CANDIDATO AO SENADO FERNANDO BEZERRA COELHO 



















PRONUNCIAMENTO DO CANDIDATO A GOVERNADOR PAULO CÂMARA  





PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENCIÁVEL EDUARDO CAMPOS